sexta-feira, 9 de julho de 2010

COMPORTAMENTO HUMANO A LUZ DA BÍBLIA.

"E não vos conformeis..., mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2. Versão revista e atualizada.
Nestes quatro primeiros meses de 2010 podemos afirmar com certeza que o ano começou sacudindo. Para se ter uma idéia nos primeiros 19 dias do ano, tivemos terremotos no Haiti, Argentina, na Papua Nova Guiné, no Irã, na Guatemala, em El Salvador e no Chile.
No mês de fevereiro não foi difererente, o mundo voltou a sacudir no Japão e no Chile, o que não é novidade para os caros leitores, ou pelos menos não deveria ser.
Mas com o mundo em constantes abalos e imprescindível observar que o comportamento humano é afetado diretamente. Isso inclui todos os povos, de todas as raças, línguas, tribos, nações e religiões.
Não bastasse isso, temos em nossa pátria amada, fatos que mexem com nossa humanidade e com o nosso comportamento. A saber: Julgamento e sentença do casal Nardoni e as tragédias no estado do Rio de Janeiro e Sergipe. No que se refere as tragédias - na primeira temos 165 mortes constatadas até quarta-feira 14 de abril e na segunda são dezessete munícipios atingidos com o total de 2.900 pessoas desabrigadas ou desalojadas.
Mas como se comportar diante do quadro acima descrito? Com ira, com medo ou com indiferença. Penso que o melhor e ter em mente as palavras do apóstolo Paulo quando escreveu aos Romanos no capítulo 12:2 'E não vos conformeis com o mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
As palavras de Paulo o apóstolo aponta que é importante não viver em conformidade com este mundo, e é assim que todos as pessoas deveriam se comportar no presente momento. Aliás, o que estamos fazendo, para minimizar a dor dos que sofrem? Que tipo de comportamento estamos apresentando? Será que estamos apresentando o comportamento usual, 'agitando as mãos, bebendo um copo com água, ou estamos pregando botão na camisa'. Penso que é esperado de todos e principalmente do cristão, um comportamento provável que nos leve a fazer algo, mas algo que faça a diferença e que demosntre a não conformidade com os padrões deste mundo que jaz e do maligno, como descreve as escrituras sagradas.
Outro comportamento que podemos apresentar nestes dias de tamanha dor e sofrimento é o comportamento perceptivo que demonstra na sua base a real percepção do que esta sendo visto. Aliás, parece que este comportamento esta em falta em algumas igrejas, até porque quase não se levanta nenhum clamor a respeito dos fatos, talvez porque a percepção e outra e não aquela que Jesus Cristo de Nazaré demonstrou quando realizava os seus milagres.
É, o comportamento humano nos convida a rever em nossa memória, e no nosso repertório comportamental qual é a porção demonstrada pelo comportamento passado em nossa história de vida e nos lança algumas perguntas para refletirmos 'O que fizemos nestes primeiros meses de 2010? O que aconteceu com a nossa fé, diante dos fatos acontecidos na pátria amada e além mar? Ou simplesmente nada foi mudado, continuamos trabalhando e nos preocupando com o nosso bem estar. Afinal de contas, amanhã certamente morreremos.
É claro que este autor, nã0 quer tirar o fato de que o comportamento encoberto, limita-o. Mas apenas quero lançar uma questão, 'em que é que você está pensando? Na melhora do mundo, ou está apenas em conformidade com ele? Pense nisso.
Que todos nós possamos apresentar um comportamento verbal (fala + ação) que torne público as reais intenções do nosso comportamento encoberto e com isso encorajar as pessoas que estão ao nosso lado a acreditar que ainda é possível fazer uma transformação que se faça conhecida por todos e em todos os lugares.
Para terminar, lanço no campo das reflexões que se propõe este texto, o comportamento futuro - que é aquele que nos convida a suscitarmos à pergunta 'o que é que vamos fazer, ao ouvir, novamente: "Mais um terremoto abalou a cidade..." "milhões de desabrigados estão acampados no colégio...".
Caro leitor, sinto que dei a minha contribuição, não como alguém que apenas se conforma com este mundo, mas como alguém que deseja profundamente, olhar para si mesmo e retirar os ranços da inércia e da indiferença que assola o tão querido e amado comportamento humano.
Que as palavras do apóstolo Paulo, provoque em cada um de nós, uma mudança de comportamento que aponte para um lugar celestial.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

10 dicas para vencer o medo de dirigir

"Brasileiro é apaixonado por carro".
Está é uma frase de uma distribuidora de combustiveis que tem sido veiculada em nosso país. Mas o que fazer quando a paixão pelo carro vem acompanhada de medo - o qual se acentua só pelo fato de pensar que vai ter que entrar em um veículo e dirigi-lo?

Há muitas pessoas que nem sequer encostaram em um volante, mas só de pensar em assumir o banco do motorista elas dormem mal à noite, tem tremedeira nas pernas, sente calafrios, seus pés e mãos já começam a apresentar transpiração excessiva, aumento do batimento cardíaco (taquicardia), a barriga fica gelada, os pensamentos começam a imaginar uma série de acontecimentos negativos, como por exemplo: "não vou conseguir"; não tenho capacidade para isso"; "Já passei da idade de aprender a dirigir"; os outros carros vão bater no meu carro"; não conseguirei fazer todos os comandos ao mesmo tempo - 'dirigir, manter o carro na pista, ler a sinalização e lembrar o que cada uma significa; engatar a marcha e estacionar'. Estudos apontam que as pessoas com medo de dirigir apresentam medo de rampa e que o carro volte, sensação de que vai ter pouco espaço para passar, sensação de que vai trocar de faixa o tempo todo, ou seja, não vai conseguir se manter na sua faixa e, por último, sentimento de que é "intrusa" e que tem que sair logo do lugar onde está trafegando.
Em geral, as pessoas que apresentam estes comportamentos são confiáveis, organizadas e detalhistas. Preocupam-se com os outros e com os problemas dos outros, têm medo de machucá-los e querem garantias de que tudo vai dar certo, antes mesmo de fazer alguma coisa. Normalmente também são pessoas que pensam muito, e por isso, colocam obstáculos em tudo. Mantendo este comportamento, dirigir deixa de ser possível e, como agravante, o indivíduo ingressa no terreno de coisas impossíveis de serem feitas, nas sua percepção, e se torna vítima desta falsa crença - lembrando que crença aqui é um estado mental que pode ser verdadeiro ou falso e que representa o elemento subjetivo do conhecimento.
Para vencer o medo de dirigir, queremos sugerir 10 (dez) dicas que vão ajudar você.
1) Procure trabalhar sua respiração. O ansioso respira muito rápido e "curto" - apenas com o tórax e não da forma correta envolvendo também o abdômen. De boca fechada, inspire lentamente pelo nariz e vá sentindo o ar chegar até os seus pulmões. Depois expire devagar pela boca.
2) Faça algum tipo de atividade física ou relaxamento muscular, para produzir endorfinas que irão neutralizar a química da ansiedade noradrenalina.
3) Inicie uma aproximação com o carro dentro da garagem. Entre, ajuste o banco, sinta o espaço interno, ligue e desligue o carro.
4) Ainda dentro da garagem, ligue o carro e faça pequenos movimentos para frente e para trás.
5) Dê voltas no quarteirão em horários sem movimento. Procure ruas tranquilas e que não tenham crianças.
6) No começo, escolha um ou dois trajetos. isto evitará a ansiedade.
7) Marque em sua agenda, pelo menos duas vezes por semana, para praticar o exercício de dirigir. Esta prática deve ser considerada como uma tarefa do dia-a-dia. hábito diário fará voê adquirir confiança.
8) Quando se sentir confiante, inicie trajetos maiores ou que tenham subidas e uma maior quantidade de veículos.
9) Não se assuste com os sintomas da ansiedade que se manifestarão no seu corpo: tremedeira, taquicardia, transpiração. Eles tenderão a diminuir.
10) Dirija inicialmente para você. Não tente provar nada para os outros. Isto diminuirá as expectativas sobre você e baixará a ansiedade.
Caso você não consiga sozinho (a), peça auda - Se o medo impede você de iniciar sozinho(a), peça ajuda e orientação a um profissional devidamente capacitado para ajudá-lo.
Faça tudo por etapas - Vá em frente, não desanime. Pelo treino e frequência, você perceberá a confiança aumentar. Haverá um momento em que tudo estará pronto e você estará de igual para igual com os outros motoristas. Lembre-se: no trânsito, não existe mestrado, doutorado, etc...